Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

O.S.: Nightmare

Hallo!

Tou a escrever duas fic's, mas ainda sao so experiencias... Depois posto-as para me dizerem alguma coisinha.

Esta o.s. ja vem com titulo! x'D

E e maior do que as outras duas... espero que gostem!

Bjs*

 

 

 

O.S.: Nightmare

 

 

 

 

 

  

 

 

Estava ali, uma outra vez, mas agora pronta para acabar com tudo, para acabar de vez com aquele sentimento de saudade, de tristeza. Apenas precisava de um passo, um pequeno passo, e teria toda aquela paz que pedia há muito.
Olhei para baixo, as ondas batiam, furiosamente, nas rochas onde, provavelmente, o meu corpo iria ser encontrado, se elas não o arrastassem para o mar.
Respirei fundo, fechei os olhos e preparei-me, era agora. Mas em vez de dar o passo para a frente, recuei, como se o meu corpo tivesse sido empurrado por alguém, acabando por cair…
Quando olhei em frente, era como se o meu coração, que tinha estado parado, voltasse a bater… era como se uma ferida aberta tivesse sarado num simples segundo, com um toque de magia…
- Gustav… - Sussurrei enquanto as lágrimas de alegria se formavam nos meus olhos.
- Sou eu. – Respondeu sorrindo-me, aquele que me mostrara outrora, aquele que me fascinara desde o primeiro dia, o sorriso carinhoso que tinha feito surgir na sua cara quando me pediu para ser a sua outra metade, o que fizera sempre que nos entregámos um ao outro, aquele que fez quando me viu a surgir na igreja dentro de um vestido simples e branco, o que me fez dizer o “Sim, aceito”, o que me dedicara ao deixar a pequena aliança escorregar pelo meu dedo esguio. Aquele único e fantástico sorriso dele, apenas dele…
Depressa, levantei-me correndo para o alcançar, para o abraçar. Mas não consegui sentir o calor do seu corpo, a sua pele macia, não o consegui envolver nos meus braços, não pude tocar no seu rosto tão perfeito a meus olhos. Apenas passei por ele como se nada ali estivesse.
- O que…? – Não completei a pergunta que me saiu automaticamente da minha boca.
- Halle, - Não, não me podia estar acontecer uma coisa destas, não agora… - O que aqui vês é apenas o meu espírito…
- Não, - As gotículas transparentes e salgadas começaram a cair dos meus olhos tendo como fim os meus lábios. – Não pode ser… Gustav, isso não pode ser verdade…
- Queria poder concordar contigo…
- Eu quero-te aqui, - solucei – comigo…
- Mas eu estou contigo, meu amor… - apontou para a minha cabeça – aqui e, especialmente, - Dirigiu-se ao meu coração que parecia ter-se partido em milhares de bocadinhos impossíveis de se voltarem a juntar. – Aqui.
- Não é a mesma coisa! Eu preciso de ti, dos teus beijos, do teu carinho, da tua palavra amiga sempre que mão estou bem, preciso dos nossos momentos sozinhos, eu sinto tanto a tua falta...
- Halle, por favor, não faças nenhuma loucura. – Calculou o que a minha mente me dizia. – Não continues aquilo que te impedi fazer. Sê feliz, promete-me isso…
- Não sou feliz sem ti… - Deixei escapar.
- Promete. – Insistiu.
- Não posso, eu…
- Por mim, faz isso por mim! – Interrompeu-me. – Por favor… - Não respondi logo, a minha cabeça andava a roda com tantas as emoções que sentia. Ele aproximou-se. Olhei-o nos olhos.
- Prometo. Por ti, por nós… - Ele sorriu.
- Amo-te e sempre te amarei… não te esqueças. – Pude jurar ter sentido os seus lábios a beijar os meus, uma última vez, antes de desaparecer como o vento...

 

 
***
Acordei sobressaltada, o meu coração parecia querer fugir do seu lugar, olhei para o lado. Ele dormia profundamente, como se fosse um pequeno anjo, sorri com tal imagem. Afinal não passara apenas de um sonho, um sonho indesejado, um pesadelo…
 The end
sinto-me: just normal...
Music: No Boundaries - Adam Lambert

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