Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

O.S.: Não digas nada, diz só o que vale mais do que o silêncio

Hallo! +.+

 

Bem, 1o: sei que não são horas para postar, mas pronto, apeteceu-me! ^^

         2o: Também sei que não posto há muito tempo mas coise... Não tenho tido tempo e claro que a preguiça é mais que muita (aa)

         3o: Tive muitas ideias para fic's mas (porque é que há sempre um 'mas'?) não as continuou, ou seja, tenho-as todas no inicio e como estou cheia de testes e trabalhos não tenho tenpo para as continuar e ficam abandonadas e esquecidas. O lado bom, é que vou aproveitar as aulas de Filosofia para adiantá-las! x'D

 

Bem, mas uma one-shot'zinha...

Espero que gostem! =P

 

O.S.: Não digas nada, diz só o que vale mais do que o silêncio

 

Ela sorria, um sorriso aberto que transmitia felicidade, um sorriso radiante que pegava a qualquer um. Ela dançava, ria e bebia mas, acima de tudo, contava os minutos até chegar à hora tão esperada. Olhou, uma vez mais, o seu relógio de pulso. Era meia-noite em ponto. O seu sorriso ampliou-se.

Antes que pudesse olhar em frente ou, até mesmo, dizer alguma coisa, os braços da sua melhor amiga rodeavam-na e apertavam-na enquanto ela gritava, histericamente, “parabéns” aos seus ouvidos. A morena riu-se ao mesmo tempo que agradecia a Samara.

Foi abordada pelos outros seus amigos que estavam com ela, propositadamente, para passar a noite com Tracie. Recebeu vários abraços apertados e beijos dados com carinho, chegaram mesmo a pegar nela ao colo e a rodopiá-la no meio da discoteca. Tracie manteve o seu grande sorriso estampado na cara e agradecia sentida pelos desejos de felicidade.

De volta ao chão, a rapariga procurou, com o olhar, aquele de quem esperava, realmente, que lhe abraçasse dando-lhe os parabéns. Achou-o, ele também olhava à sua volta. Procurava algo ou alguém…

Colocou o seu melhor sorriso no rosto e caminhou a seu encontro, tendo de parar assim que mais uma das suas amigas se atravessou à sua frente agarrando-a para que não se afastasse. Melinda chamou Samara e ambas lhe entregaram um embrulho pequeno. A morena sorriu, mais uma vez, e abriu o pequeno presente, ansiosa por saber o que lá se encontrava escondido.

Um colar, um colar simples. Era um fio com uma pequena pedra preta e reluzente a centrá-lo, era uma Ágata. Os seus olhos brilhavam, aquele presente deveria ter-lhes gasto o dinheiro todo! Atirou-se para os braços de ambas e colocou o colar à volta do pescoço de modo a demonstrar a gratidão e o quanto estava agradecida.

A seguir, a aniversariante, voltou a olhar para o local onde ele antes se encontrava. Procurou e procurou, sempre com uma réstia de esperança, mas nada…

Sentiu umas mãos a tapar-lhe os olhos e, logo, o seu coração começou a palpitar nervosamente. Sem que as mãos deixassem de tapar a sua visão, ela foi encaminhada para fora do estabelecimento.

As mãos deixaram os seus olhos e ela pode sentir a leve brisa da noite a passar-lhe pelos seus longos cabelos negros.

Abriu os olhos, lentamente, e deparou com o rosto de Tom a poucos centímetros do seu. Tracie, sentia do sangue a pulsar nas veias muito rapidamente e, como consequência, as suas faces começaram a ganhar uma tonalidade rosada.

Tom gargalhou levemente e passou a mão, delicadamente, pelo sítio ruborizado.

- Bem-vinda à maioridade. – Riu-se.

- Obrigada. – Respondeu, ainda um bocado à toa.

- Tenho um presente para ti, sabes?

- Ai, sim? – Não evitou sorrir.

- Hum-hum. – Pôs-lhe uma mecha de cabelo atrás da orelha. – Fecha os olhos. – Pediu. Ela obedeceu.

Não demorou muito até sentir uns lábios a tocar, timidamente, nos seus. Depressa, a rapariga sentiu as mãos do rapaz a puxá-la pela cintura para mais perto do corpo dele., os braços da mais nova encaminharam-se para o pescoço do mais alto. Entreabriram os lábios deixando as línguas brincarem harmoniosamente e criando uma dança só deles.

Afastaram-se e olharam-se, ainda agarrados um ao outro e com os olhos a cintilar bastante. Tom sorriu-lhe e encostou a boca ao ouvido da rapariga, fazendo com que ela estremecesse ao sentir o frio do piercing a tocar-lhe na orelha.

- Amo-te. – Sussurrou-lhe ele. Tracie olhou-o admirada mas, mesmo assim sorrindo com vontade de gritar bem alto o quanto estava feliz.

- Eu, - Começou.

- Não digas nada, diz só o que vale mais do que o silêncio. – Interrompeu-a, beijando-a de seguida.

E, Tracie, não disse nada deixando que aquele beijo transmitisse tudo o que sentia por ele.

 

 

The End*   

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